Nada mais
justo do que dedicar o artigo deste mês ao tema da floresta, uma vez que em 21
de março comemora-se o Dia Mundial da Floresta. E quando se fala em florestas,
é preciso alertar sobre a necessidade urgente de conscientização e preservação
das árvores.
A Festa passou da Árvore à
Floresta quando, em 1971, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e
Alimentação – FAO, estabeleceu o Dia Mundial da Florestal com o objetivo de
sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida
na Terra. Como consequência, celebrou-se no nosso país, em 1972, o primeiro Dia
Mundial da Floresta, tendo sido escolhida, como em muitos outros países do
Hemisfério Norte, a data do 21 de março, o primeiro dia da Primavera.
Na proximidade do Dia
Mundial da Floresta (21 de Março) é frequente fazer-se um alerta das
problemáticas que assolam as florestas por todo o mundo. As florestas, das
quais os humanos e outros animais dependem fortemente, captam o dióxido de
carbono, fornecem oxigénio e purificam o ar. A sua capacidade de retenção de
água evita desastres como deslizamentos de terras, cheias e secas. As florestas
tropicais, as mais importantes florestas que ainda sobrevivem, contêm cerca de
dois terços de todas as espécies de animais e plantas. As plantas tropicais são
a base para vários medicamentos úteis. Com a actual taxa de desflorestação,
calcula-se que 15% do total das espécies poderão desaparecer nos próximos vinte
anos.
A desflorestação no nosso
país iniciou-se no Neolítico com o início da prática da agricultura e da domesticação
de animais.
Neste momento, a principal
causa de desflorestação no nosso país são os fogos florestais que assolam,
anualmente, as nossas florestas, levando à destruição de milhares de hectares.
Estes fogos surgem devido a diversos fatores como descuido na realização de
queimadas; através da mão criminosa do Homem e devido às condições
climatéricas: temperaturas elevadas e trovoadas. Anualmente, são gastos milhões
de euros na prevenção de fogos florestais, desde a limpeza de matas, às
campanhas de sensibilização e também na vigilância e combate. No entanto, não
tem surtido o efeito desejado, pois, as nossas florestas continuam a arder.
Para além da desflorestação existem inúmeros
problemas ambientais, sendo a poluição nas suas variadas vertentes o mais
preocupante.
Há
necessidade de criar uma mentalidade ecologista nos habitantes dos diversos
locais.
Devemos, todos, pensar em deixar um mundo melhor para os nossos filhos.
Devemos, todos, pensar em deixar um mundo melhor para os nossos filhos.
Arminda
Dias


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