Fundador: Padre Domingos de Sousa - Director: Padre Jorge Carvalhal - Propriedade: Fábrica da Igreja de Canas de Senhorim
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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Lar †Domingos abriu as portas para uma visita guiada.

No passado dia 29 de Junho o Lar e Centro de Dia Padre Domingos abriu as portas á comunidade onde os visitantes puderam visitar as obras que se encontram em fase terminal. Uma visita guiada onde não faltou a simpatia e a informação. Á entrada, para além de bonitos e simpáticos rostos das doutoras Sandra, Isabel e Joana e a estagiária Mariana também o Padre Jorge Carvalhal acompanharam a cerca de uma centena de visitantes numa visita guiada pelas novas e modernas instalações. Relembremos que esta ampliação faz parte do Programa Operacional Potencial Humano [POPH] de apoio ao investimento e respostas integradas de apoio social tendo por custo total a quantia de 1.004.137,13€ sendo de financiamento público a quantia de 782.881,00€.
©Fernando Neto




sábado, 13 de julho de 2013

Cristiano Pereira obteve os mínimos para os Jogos Olímpicos Brasil 2016.



Em entrevista que lhe realizei disse-me que Quero ir para um clube melhor de atletismo, chegar aos Mundiais e até correr pela seleção. As próximas metas é ser campeão mundial e entrar para a seleção portuguesa de atletismo. E já agora não deixem de me apoiar eu juro a todas as pessoas que me apoiam que vou melhorar a minha corrida de atleta” e eis que Cristiano Pereira de seu nome, começa a ser um caso sério no atletismo nacional. Frequenta a Escola EB 2,3 Eng.º. Dionísio A. Cunha em Canas de Senhorim e representa a Casa do Povo de Mangualde sendo apoiado pela Fundação Lapa do Lobo. No “9º CAMPEONATO DO MUNDO ATLETISMO INAS - PRAGA, CZE 13”em representação da Seleção Nacional ficou em 7º lugar na final dos 1500 m com recorde pessoal de 4.04.09 e em 5º Lugar na final dos 800 m com o tempo de 2.00.88. Na véspera nos 800 m de apuramento para a final bateu o record nacional de juniores com o tempo de 2.00.34. Com estes resultados o Cristiano obteve os mínimos para os  Jogos Olímpicos Brasil 2016. ©Fernando Neto

terça-feira, 9 de julho de 2013

Nuno Couto – Quando o talento supera a altura.


Esta historia bem que podia começar assim: Era uma vez um menino que queria fazer teatro Blá blá blá blá…” Eu gostaria mais que a historia fosse assim: “Era uma vez um menino que gostava de vender palavras num sítio mágico que se chama teatro”. Talvez melhor ainda: “O que vai na cabeça do menino Nuno quando faz teatro…” Foi isso que fui tentar saber e com uma surpresa que ele desconhece, é que as perguntas que lhe coloquei não foram formuladas por mim mas sim pelos colegas que com ele compõem o elenco do PAMIR. Eis então a entrevista a oito mãos:
Humberto Fonte - Como vês o PAMIR no futuro, por exemplo daqui a dez anos?
Nuno Couto - Nos grandes palcos de teatro, comigo a contracenar com a minha família, os meus amigos e alguns atores portugueses conceituados.
Rui Fonte - Gostavas que a tua mãe fosse como a personagem da peça "As grutas" (em que tu fazes de filho dela) ou preferes a mãe da vida real? Porquê?
Nuno Couto - Prefiro a mãe da vida real, amiga, brincalhona, divertida... e que às vezes também se zanga.
Inês Couto- Olhando para a tua personalidade, o que te estimulou a fazeres teatro de revista?"
Nuno Couto - O que me estimulou foi a minha vontade de fazer as pessoas rir como a minha mãe, de sentir aquele nervosismo de entrar no palco e de ver aquelas pessoas felizes a assistir.
Zé Artur – O que pensas dos teus colegas de teatro?
Nuno Couto - Os meus colegas são bons atores, que já têm bastante experiência e que são também bons amigos. Se eu preciso ajudam-me, por isso são excecionais.
Renato Marques - Como te sentiste quando subiste pela primeira vez ao palco?
Nuno Couto - Senti-me como todas as pessoas que pisam pela primeira vez o palco. Antes de entrar no palco, senti aquelas borboletas no estômago. Depois da minha primeira fala tudo aquilo passou.
Rui Marques - qual é o legado do António João Pais Miranda que achas que se transmitiu a ti?
Nuno Couto - Tenho pena de não o ter conhecido, deve ter sido um senhor muito simpático. Deixou-me a vontade de divertir e fazer rir as pessoas.
Dores Marques - Que outras personagens, para além da que já assumes, gostarias de representar?
Nuno Couto - Gostaria de representar o Sarapião e o Alfredo, na peça "as grutas", porque acho que eles fazem rir muito, e como já referi numa resposta anterior, é o que gosto mais de fazer. Não só no teatro mas também na vida real.
Celeste Borges - Nuno, sentiste alguma pressão familiar para iniciares a tua participação no teatro?
Nuno Couto - Não fui pressionado para fazer teatro, entrei porque quis. Ninguém me pressiona, mas se o fizessem eu só fazia teatro se quisesse. A minha família nunca falou nisso, eu é que pedi à minha mãe para entrar e representar no Grupo de Teatro Amador Pais Miranda.
Aqui ficam as palavras de um jovem em crescimento de ideias e ideais convictos, eu o chamaria carinhosamente de “meio palmo de gente com um palmo de talento”, por isso Nuno continua a fazer-nos rir até porque Victor Hugo disse um dia que "A gargalhada é o sol que varre o inverno do rosto humano."
©Fernando Neto





sábado, 6 de julho de 2013

O efeito mágico de uma partilha



Começa a ser um hábito as redes sociais fazerem parte do nosso dia-a-dia. Neste mundo cada vez mais globalizado, a internet assume um importante papel, onde as pessoas ganham mais liberdade para partilharem opiniões, saberes e sabores, fotografias, confissões, alegrias, angústias e estados de espírito momentâneos. Bem usadas as redes sociais poderão ser democráticas, sedimentadas e inteligentes com o poder da sua velocidade. As redes socias poderão também ser momentos mágicos e inesperados e o nosso jornal poderá muito bem ser um exemplo, ao angariar mais um assinante no Canadá através da rede social Facebook.
A partilha de uma publicação da nossa edição online no Facebook por parte de uma nossa colaboradora despoletou a saudade do conterrâneo Jorge Tristão, da Póvoa de Santo António, emigrante naquele país há cerca de 40 anos. A necessidade de ter notícias da sua terra e deste contacto com as suas raízes bateram forte no seu coração e a resposta ao pedido da sua filha não tardou a concretizar-se. A partir de fevereiro, este jornal começou a chegar a Ontário mensalmente, Jorge Tristão e Vitória confidenciaram-nos: “ A Póvoa de Santo António está e estará para sempre no nosso coração, temos muitas saudades dessas pessoas amigas que nos receberam de braços abertos quando lá chegámos. A Póvoa é uma terra pequena, mas repleta de gente boa, as quais eu (Vitória) aprendi a amar de verdade”.
Fazemos votos para que durante muitos anos este estimado assinante continue a receber as notícias da nossa terra. Aproveitamos para lhe fazer chegar calorosas saudações beirãs.

©Dores Fernandes
©Fernando Neto

terça-feira, 25 de junho de 2013

Até breve António “Portugal”



Foi simples e singela a homenagem que o GDR Canas de Senhorim prestou ao seu socio numero um, e um dos marcos históricos do Clube. Fica a publicação do pequeno texto que escrevi dedicado a ele e que foi lido aos microfones do Complexo Desportivo. Na edição de Junho publicarei depoimentos de colegas e amigos que com ele conviveram de muito perto tais como Aurélio Cardoso, Machadinho, Vítor Pira, Dr. Pega, Arlindo Oliveira e outros que estou a contactar para darem o seu testemunho. Eis o meu texto que foi lido;
Pela voz desta direção vem o GDR Canas de Senhorim homenagear António José da Silva o nosso socio nº 1 que há dias nos deixou fisicamente mas o seu exemplo de atleta de elevada craveira e carisma a par de um homem generoso e de um enorme coração irão perdurar ao longo dos anos. Quis o destino que por culpa de uma carteira de cromos de jogadores de futebol lhe tivessem saído 5 bandeiras de Portugal, dai o nome que o imortalizou e que carinhosamente era tratado de António “Portugal”. Um homem que incutiu no clube e nos colegas valores e ideais de generosidade, empenhamento e uma forma muito especial de gostar e de amar o emblema que envergava pois a mítica corria-lhe nas veias. Para além dos golos e das grandes exibições fica também o exemplo do amor que nutria pelo Clube ao, por exemplo, durante 5 épocas de 1956 a 1061 em conjunto com outro grande Canense do Clube, o então treinador António Pais Correia, pagar a inscrição na A. F. Viseu para que o GDR não fecha-se as portas devido á frágil situação financeira na altura. Durante 14 anos leva bem alto a camisola do GDR ao peito. Face á sua sabedoria e experiencia serviu o clube também como vice-presidente durante cinco anos e de vogal de direção durante várias épocas. Deixou-nos fisicamente um homem que por diversas vezes marcou o campo para se realizar os jogos enquanto a senhora sua esposa preparava os equipamentos. Ele muitas vezes ia buscar os colegas de mais longe para estarem presentes nos treinos e nos jogos. O espirito de união e entreajuda era o lema. Partiu, apenas fisicamente, o homem que um dia abraçou o Clube. Agora há que manter este abraço forte que ele nos deixou bem como o exemplo de como digno é, amar uma camisola. Um até breve António José da Silva.
©Fernando Neto